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segunda-feira, 7 de julho de 2008

A nossa crisálida...

Desabrochou há algum tempo,
Photobucket
voou para outras paragens, no seguimento da sua natureza migrante,
Photobucketdecidiu-se por esta estranha e nova terras,Photobucket
e agora anda por lá, a polinizar pessoas e situações...


Photobucket
Parabéns, minha linda.
(Stipouff infliltrada!)

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Janela para a Cris

Introspecção...



Ternura,



Perscutar...



Felicidade!



Ratita tótó!!!



Por Stipouff (boicota o google!)

quarta-feira, 21 de maio de 2008

hoochie-coochie girl

Gypsy woman told her mother, before she was born
You got a girl-child comin', gonna be a son-of-a-gun
Gonna make these pretty boys, jump and shout
And the world will only know, what it's all about

You know she's here
Everybody knows She's here
Well She's the hoochie-coochie girl
Everybody knows She's here

She got the black cat bone and she got a mojo, too.
She got the John the Conquerer Root, gonna mess with you.
She's gonna make you boys lead by her hand,
And then the world will know the hoochie coochie girl.

You know she's here
Everybody knows she's here
And she's the hoochie-coochie girl
Everybody knows she's here

On the seventh day, of the seventh month
the seventh doctor said:
She's born for good luck, and she knows you see;
She got seven hundred dollars, don't you mess with her

You know she's here
Everybody knows she's here
'Cause she's the hoochie-coochie girl
Everybody knows she's here

Willie Dixon & Muddy Waters (1954). Hoochie Coochie Man. Chess. Chicago.

terça-feira, 20 de maio de 2008

Farewell Cris

A menina do cabelo ruivo encaracolado com sardas vai para US, terra lá longe de aventuras rocambolescas. Grandes viajantes por essas terras contaram com o Charlie Chaplin entre outros. Alguns nativos famosos até serão a Pocahontas e o Louis Armstrong. Vamos ver como é que será recebida a nossa Cris?



Fica aqui então a oportunidade de lembrarmos estes últimos 9 anos (aproximadamente) em que as nossas linhas do espaço-tempo andaram entre cruzamentos e emparelhamentos espalhafatosos ...

Em 1999, lembro-me muito bem, era uma terça de manhã, encontro o Paulo à porta do pavilhão de pós-graduação (que hoje é, e bem, de matemática). Sendo o início desse semestre de segundo ano, e havendo pouco para fazer (excepto para a Informativa salvo seja), dei-lhe aquilo que tinha para dar, e fiz do seu tempo minha companhia. Conversa puxando conversa, no minuto seguinte dou por mim a assinar, por osmose, a ingressão para mentor de caloiros no GAPE. Tal um anjo guardião, a minha preguiça venceu a osmose quando o Paulo também se ofereceu para colaborador do GAPE e candidatou-se a uma bolsa (que mais tarde obteve de facto). Quanto a mim, mantive a minha folha imaculada (fiuu).

Só na semana seguinte é que me apercebi do plano do Paulo (para além da bolsa). De volta ao GAPE (que ficava no segundo andar do Central, aonde mais tarde virá a situar-se o CENTRA), ele entra e sai radiante com a lista dos nossos futuros mentorandos (não me lembro de haver mais mentores nesse nosso segundo ano - penso que talvez o Martins e o Fortunato ... Ah sim, e claro, o "Netcyborg" - então ainda não denominado de "Guardião do Universo"). A primeira coisa que fizemos, claro está, foi de ver quem eram as miúdas ;p

E portanto soavam alguns nomes como Telma Mantas (que o Paulo reconheceu, e pedindo assim para ficar com 2a metade da lista), Cristina Carias, Alexandra Belo, Ana Luísa Pinho, Teresa Correia, Clara Fiúza e mais, e mais. Só depois de dividirmos a nossa lista (penso que ficámos com cerca de 12 mentorandos cada um) é que olhámos para todos os nomes indiscretiminadamente (note-se o neologismo). Nomes míticos como João Pedro, João Eduardo, João Vasco Gama, Fernado Patrício, Tiago Carvalho, João Carrilho e Leandro Lares entraram pela primeira vez e para sempre nas nossas vidas.

Bom, entretanto sobrepõe-se uma névoa na memória, vejo-me por uns lapsos a chegar atrasado ao fim da primeira aula dos caloiros e ao entrar, a ser acenado pela Rita Leal, pela Joana Ramalho,pelo Pedro Carvalho e pelo João Fortunato para dirigir-Lhes algumas palavras. Lembro-me de estar um bocado constrangido perante tão verde audiência. Depois fica tudo turvo e enrodilhado em névoa, e revejo-me numa sala do Central junto ao Gape, frente aos meus mentorandos a contar-lhes um pouco as aventuras do Técnico que lhes estavam reservadas: o Carvalhosa, as aulas, os profes, a aeist, a secção de folhas, os bares, o nfist, o círco, o pulsar, a astro etc...
Lembro-me particularmente da Cristina e do Gargaté, ela reclinada contra o seu assento com óculos, assídua e sorridente, ele, apoiando a cabeça de braço lançado na mesa, de sorriso descontraido e atento. Lembro-me dele dizer que Física Tecnológica fora segunda opção pois tentara ingressar como piloto da força aérea. Pois bem, uns anos depois lá voou em micro-gravidade na experiência de vôos parabólicos da ESA, com a primeira equipa com elementos do IST.

Nuns lapsos seguintes vejo-me a avistar o Pato e o Gato no bar de Civil, na esplanada, com um copo de loira na mão, e com um pequeno caloiro aloirado e de olhos azuis, talvez ainda ligeiramente tímido e algo reluctante a beber a sua jola oferecida. "Vens de onde? -De Faro", "Como te chamas? -Paulo, mas os meus amigos chamam-me Frango."

Uns dias depois já o Paulo (o outro) passa bastante tempo no Gape, tira a carta de condução, compra um fiat 127 velhinho e arranja cartão de parquear no interior do recinto. Puxa, hoje dou-me conta do seu entusiasmo empreendedor bem sucedido. E na noite de 5a, noite do estudante, lá vamos todos para a Carvoaria para, talvez, aquele que virá a ser o primeiro barril. Regrupámos os mentorandos à saída do pós, demos-lhes instruções para chegarem por todos os meios ao Calvário, pegámos nas mentorandas mais giras e embarcámos no fiat 127 beige escuro acastanhado. No assento de trás vinha a Cristina. E já não me lembro mais. Divertimo-nos, bebemos jolas, devo ter tido umas conversas de café brutalíssimas (por aquela altura estava mesmo entusiasmado com tudo aquilo). O Pato leva-nos para casa dele, não me lembro se ainda tivemos que passar pelo Arco-do-cego para depositar alguém - episódio da "Música e pão com chouriço" - e lá acabamos, uns vipes depois, a Cristina e o Paulo a rirem-se da minha figura de embriagado alegre, na torre por cima do centro Comercial Alfa, em territórios domésticos do Pato. Deviam estar lá, para além do Pato, do Paulo da Cristina e eu, o Ferras, o Gato, o João Pedro, a Ana Luísa, o Leandro, o Feliciano, o Artur, o Guimas, a Ana Silva etc... No fim dessa noite, reparei que a Cristina e o Paulo andavam muito a atirarem-se bolinhas de pão, e a seguir, ainda os surpreendi a lavarem a loiça, sozinhos na cozinha, entretidos na conversa ...

E acabo por aqui estas memórias do Técnico. Devo falhado uma data de detalhes, mas bom, a névoa às vezes força-me a interpolar e a extrapolar os dados. Caramba, aqueles anos de 1998/99 e 1999/00 devem ter sido dos anos mais estimulantes e criativos da minha vida. Depois veio o terceiro ano, e o charme do Técnico esfumou-se um bocado ...

Épà, se se lembrarem dessa noite que descrevi, comentem para afinar os detalhes...

Na altura ainda a fotografia digital e o Google não tinham entrado na minha vida. Pelo que não guardo recordação desses anos, excepto por onirismos.



Mas se olharmos para 2003, quando a Cristina fez anos e convidou-nos todos para o Guincho para praia e piquenique ...